Saiba mais sobre os diferentes tipos e os benefícios do mel 1


Pote de melSeja qual for a variação selecionada, o mel apresenta algumas semelhanças entre si. A mais notável é a grande concentração de carboidratos, característica que o classifica como um dos alimentos mais indicados para reposição imediata de energia.

Características do mel

Natural, o mel é um dos mais salutares alimentos produzidos pela natureza, sem se esquecer de que sem o trabalho árduo das abelhas, não seria possível ingerir o doce néctar – ao menos não o verdadeiro. Mas, se engana quem pensa que esse alimento age apenas como um bom adoçante, já que um dos principais benefícios do mel é a sua capacidade de interromper o desenvolvimento e a proliferação de determinados micro-organismos, impedindo que o organismo sofra seus ataques e seja vitimado por doenças. Na sequência, saiba mais sobre os tipos, peculiaridades e benefícios do mel.

Tipos de mel

Devido à sua rica e diversificada origem, o aroma e a cor apresentados pelo mel oscilam conforme a espécie de flor na qual as abelhas realizam a coleta do néctar. Se o néctar varia, as propriedades detidas por cada tipo também oscila.
Considerando o território brasileiro, as cinco vertentes de mel mais ingeridas são o mel proveniente da flor de eucalipto (indicado para aliviar infecções do intestino e doenças respiratórias), do cipó-uva (mel que atua como poderoso antioxidante), da laranjeira (dotado de efeito calmante, além de contribuir para o equilíbrio das funções intestinais), de assa-peixe (ótimo efeito expectorante) e o mel silvestre. O último é o mais consumido no país e é oriundo de uma mescla de flores e também age como um eficiente agente antioxidante, além de proporcionar efeito calmante. (COMPRAR SUPER ANTIOXIDANTE)

Benefícios do mel

O mel é rico em ácido glucônico, que desempenha um importante papel durante a síntese de peróxido de hidrogênio, que atua como um antibactericida muito eficaz. Além disso, esse ácido é um dos responsáveis pela intensidade antioxidante que o mel proporciona ao organismo. Ampliam essa força uma extensa lista de substâncias, como os flavonoides, o ácido ascórbico, os ácidos fenólicos, os carotenoides, o hidroximetil furfuraldeído e algumas enzimas (peroxidase, oxidase e catalase). Juntas, essas substâncias formam uma invencível corrente contra os radicais livres, os grandes responsáveis pelo envelhecimento precoce das células e pelo desenvolvimento de doenças graves como o Alzheimer, além de complicações ocasionadas no sistema cardiovascular.

Não é à toa que o mel é um elemento constituinte de diversas fórmulas de xaropes e pastilhas. Afinal, ele atua como um antibiótico. Esse resultado se deve a seu baixo pH, o que propicia um ambiente ácido e nada oportuno para o desenvolvimento de diversos micro-organismos. Outro fator determinante para esse quadro é a ausência de água em condições ideais para a proliferação de bactérias. Lembrando que o ácido glucônico ainda gera o peróxido de hidrogênio, que acaba por eliminar as bactérias restantes.

Por outro lado, o mel é um dos alimentos mais recomendados quando o intuito é preservar a vida e atividade da microbiota, espécie de bactéria imprescindível para se ter um ótimo fluxo intestinal e não sofrer os transtornos causados pela constipação.

Por fim, também é válido enfatizar o efeito calmante propiciado pelo mel. Essa sensação de bem estar é decorrente do incentivo à produção da serotonina e da presença do triptofano, que tem a missão de reduzir o estresse.

Dicas de consumo

É possível consumir mel por meio das mais variadas formas, mas existem combinações que são, de certo modo, especiais. Uma delas se dá através da união entre mel e aveia. Enquanto o primeiro segue com sua atuação pré-biótica, a segunda é altamente concentrada em fibras, o que entre outras coisas melhora o sistema imunológico.
Outra mescla digna de nota ocorre entre mel e leite. Essa mistura é capaz de promover belas noites de sono, após às quais o indivíduo acorda muito mais descansado e disposto.

Contraindicações

Portadores do diabetes devem evitar o mel ao máximo devido ao risco de picos glicêmicos. As gestantes também devem consumi-lo moderadamente por conta da possibilidade de desenvolver o diabetes durante o período de gestação.
Segundo especialistas, crianças com idade inferior a um ano jamais devem ingerir mel devido à microbiota dos pequenos ainda não estar totalmente desenvolvida nessa idade. O consumo pode ocasionar o botulismo, doença bactericida que pode apresentar muitas sequelas, como tontura, visão embaçada, constipação, fotofobia, complicações no sistema nervoso, dentre outras.

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Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida. Desde 2013 buscando informações sobre a melhor maneira de se viver com mais saúde e melhor qualidade de vida. Mantenho alguns blogs com o objetivo principal de passar adiante as informações e o conhecimento que tenho adquirido ao longo desse tempo. Durante esses anos tenho "corrido" atrás de conteúdos relevantes que, de alguma forma possa me ajudar e ajudar outras pessoas a viver com mais qualidade de vida. Ps. Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria. Sou apaixonado séries e filmes de ação e adoraria aprender tudo sobre fotografia.


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