A saúde pública e o Aedes aegypti


Entendemos como saúde pública o atendimento prestado pelos órgãos governamentais para o tratamento de acidentes e de emergências, além dos cuidados necessários para doentes mais problemáticos.

O Aedes aegypti e a saúde pública.

Mas pensamos errado quando nos referimos à saúde pública só como um meio de aliviar os problemas de saúde de uma comunidade. Saúde pública, antes de tudo deve ser aplicada com o sentido de prevenir doenças, de prolongar a vida dos cidadãos pelos meios disponíveis, possibilitando que todos tenham eficiência física e mental para exercer suas atividades.

A saúde pública deve envolver uma série de medidas para criar uma estrutura capaz de conceder a todos os cidadãos um padrão de vida adequado, desenvolvendo planos de informação, criando condições de prevenção, e não como estamos vivendo no momento, em que temos a saúde pública num verdadeiro caos, sem o mínimo necessário para o atendimento de uma população que não possui outros meios para cuidar da própria saúde.

A saúde pública deveria ter como objetivo combater os fatores que criam a propagação de doenças, mantendo o seu controle e evitando que haja mais incidência na população, fazendo um sério trabalho de investigação e de vigilância permanente.

O Aedes aegypti e a saúde pública.

Atualmente enfrentamos um grande problema de saúde pública, uma pandemia, com a proliferação do mosquito Aedes aegypti, propagador de doenças como a dengue, a chikungunya e o zika vírus. Todos os dias nos deparamos com mais e mais casos dessas doenças e o que mais tem amedrontado a população é a possibilidade de que o zika vírus seja o principal responsável pela microcefalia, que tem atacado milhares de recém-nascidos pelo Brasil.

Em pouco tempo, o zika vírus conseguiu invadir o Brasil. Nas Américas, o mosquito Aedes aegypti apenas não chegou ainda ao Chile e ao Canadá, países que possuem temperaturas que não são agradáveis para o inseto.

Nos Estados Unidos já existe uma força tarefa empenhada em buscar soluções para erradicar o mosquito e encontrar uma vacina contra o zika vírus.

Enquanto isso, em nosso país, apenas vemos pequenas notas, informações sobre possibilidades de atos que possam prevenir, mas não vemos a saúde pública realmente empenhada em acabar com o problema do mosquito transmissor.

Se pegarmos um noticiário qualquer que nos mostre regiões onde a dengue está atacando mais que em outros lugares, vamos ver entulho jogado em todos os cantos, com berçários gigantescos para o mosquito e, o que é pior, em terrenos que devem ser cuidados pelos órgãos administrativos, e não somente pela população.

A saúde pública está falhando com a população brasileira, do mesmo jeito que todo e qualquer órgão vem falhando há tantos e tantos anos. Para que o governo comece a se mobilizar com relação à pandemia provocada pelo zika vírus não precisamos esperar que o governo norte-americano dê um “puxão de orelhas” em nossos governantes: precisamos que nossos governantes tenham consciência da gravidade da situação e comecem a tomar as providências esperadas, antes que a população – já tão sofrida – não tenha mais condições de suportar os desmandos e vontades políticas que só fazem atender os próprios interesses.


Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida.

Desde 2013 buscando informações sobre a melhor maneira de se viver com mais saúde e melhor qualidade de vida. Mantenho alguns blogs com o objetivo principal de passar adiante as informações e o conhecimento que tenho adquirido ao longo desse tempo.

Durante esses anos tenho “corrido” atrás de conteúdos relevantes que, de alguma forma possa me ajudar e ajudar outras pessoas a viver com mais qualidade de vida.

Ps.
Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria.

Sou apaixonado séries e filmes de ação e adoraria aprender tudo sobre fotografia.

Deixe seu comentário