Saiba mais a respeito da AIDS, a síndrome que assusta o mundo


AIDS

Aids symbol

Saiba mais a respeito da síndrome que ainda apresenta números preocupantes pelo mundo.

AIDS no Brasil e no mundo 

Uma informação recente divulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) revelou que, embora o número de infectados pelo vírus da AIDS tenha diminuído a nível mundial, o número de pessoas portadoras do vírus cresceu no Brasil – o período avaliado foi entre 2005 e 2013 e a média de casos apresentou uma elevação de 11%.

Se por um lado nos sentimos felizes por perceber um retrocesso da síndrome no cenário mundial, é muito triste perceber que no Brasil os diagnósticos positivos para o HIV tenham subido.

De forma geral, as mortes relacionadas à presença do vírus caíram bastante em virtude dos tratamentos e medicamentos hoje disponíveis. De acordo com a UNAIDS (programa que atua em conjunto com ONU no combate ao avanço da doença), no ano de 2013, mais de dois milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus. Neste mesmo ano, 35 milhões de pessoas viviam com o HIV, e, ainda em 2013, 1,5 milhões de indivíduos morreram por conta de doenças relacionadas à presença do HIV.

Se comparado com décadas anteriores, estes números não parecerão tão assustadores, embora não deixem de ser menos infelizes.
Uma grande dificuldade na luta contra o vírus se encontra no fato de muitas pessoas desconhecerem a sua condição de infectados. Estima-se que dos 35 milhões de soropositivos, 19 milhões não sabiam/sabem que possuem o vírus do HIV.

No organismo

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença, ou uma síndrome, que se manifesta a partir do ataque do vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus) aos glóbulos brancos, mais especificamente os linfócitos T CD4+, responsáveis pela proteção do organismo contra corpos estranhos, bactérias e vírus.

A AIDS se caracteriza pela sua capacidade de reduzir os níveis de imunidade dos indivíduos (em decorrência da sua nocividade aos glóbulos brancos), fazendo com que eles apresentem mais propensão em adquirir diversas doenças, em especial a tuberculose.

Sintomas

Os sintomas indicativos da presença do vírus da AIDS podem ser facilmente confundidos com um simples mal estar e, dependendo do organismo de cada indivíduo, podem tardar a se manifestar.

Dentre os sintomas mais comuns associados à doença, podem aparecer dores musculares, de cabeça, de garganta; febres constantes; machas na pele entre outros.

Não é incomum a manifestação de infecções diversas, dado o estado de fragilidade do sistema imunológico do indivíduo.

Com o vírus da AIDS pode ser transmitido?

Por meio do compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas; por meio da relação sexual sem o uso de preservativos; através da chamada transmissão vertical – quando a gestante soropositiva passa o vírus para o bebê. Esta última forma de contágio pode ocorrer durante a gravidez, durante o parto ou por meio da amamentação.

Como pode ser prevenido?
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A melhor forma para se evitar o contágio é por meio do uso de preservativos durante as relações sexuais.
Em relação às seringas e agulhas, estas devem ser descartáveis e jamais compartilhadas.
Para as gestantes, recomenda-se a realização do teste de HIV durante o acompanhamento pré-natal. Se constatada a presença o vírus, um tratamento pode ser realizado com vistas a evitar o contágio do bebê. A eficácia do tratamento garante 99% de chances de que a criança nasça sem o HIV.

Grupos de riscos?

Esta nomenclatura já não é mais utilizada em virtude de sua inadequação. O que há de fato são comportamentos de risco, que, em alguns casos, se encontram relacionados a práticas que envolvem determinados grupos.
Por exemplo, a prevalência do vírus da AIDS é maior em indivíduos que fazem uso de drogas injetáveis. Isto por conta do comportamento de risco assumido por determinados usuários que compartilham a seringa ou agulha utilizada durante a administração da droga.
Também é maior entre os profissionais do sexo, novamente em virtude do comportamento de risco assumido por alguns trabalhadores deste ramo em não utilizar preservativos, por exemplo.
Isto não significa que não fazer parte dos citados grupos te exclua da possibilidade de adquirir o vírus HIV. Pertencer ou não a eles é indiferente quando se adota uma atitude atenta e cuidadosa em relação às formas de transmissão.

Recomendações importantes
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Em caso de adoção de comportamento de risco, como, por exemplo, sexo sem camisinha e etc., busque realizar o teste de HIV. Ele é simples, rápido e pode ser feito gratuitamente e de forma anônima.

Para saber onde e como realizar o teste, você pode entrar em contato com o Disque Saúde (136).
Quanto mais rápido se detecta a vírus, mais fácil e eficaz se torna o tratamento que busca o seu controle.
Apesar de poder apresentar efeitos colaterais indesejáveis, o tratamento com o coquetel pode garantir uma vida duradoura aos pacientes portadores do vírus da AIDS. Então, na dúvida, faça o teste.

Cícera Lins dos Santos – Créditos: Sare Drogarias 


Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida.

Desde 2013 buscando informações sobre a melhor maneira de se viver com mais saúde e melhor qualidade de vida. Mantenho alguns blogs com o objetivo principal de passar adiante as informações e o conhecimento que tenho adquirido ao longo desse tempo.

Durante esses anos tenho “corrido” atrás de conteúdos relevantes que, de alguma forma possa me ajudar e ajudar outras pessoas a viver com mais qualidade de vida.

Ps.
Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria.

Sou apaixonado séries e filmes de ação e adoraria aprender tudo sobre fotografia.

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