Conheça os detalhes e riscos inerentes à Minilipo, Min-ilipo, Mini lipo ou Lipo ligth 1


MiniLipoPara quem ainda pensa que a minilipo ou lipo light não traz nenhum risco, cabe salientar que até a SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) questiona o marketing adotado por determinados cirurgiões plásticos que vendem o que nem sempre podem entregar. O instituto ainda repudia aqueles que se dizem profissional, mas que são incapazes de dizer um não e estimulam mulheres, excessivamente, esguias a adotarem o procedimento da minilipo. O método pode atingir os seus objetivos. No entanto, isso não deve suprimir a verdade por trás do processo: é tão perigosa quanto a lipoaspiração dita comum. Portanto, não se engane. Se um cirurgião plástico só mencionar os benefícios da minilipo, desconfie e o denuncie à SBCP. Logo abaixo, conheça mais alguns detalhes sobre a polêmica cirurgia.

Não é possível afirmar, categoricamente, se é a maioria. Mas, fato é que grande parte das mulheres, mesmo mantendo corpos próximos da perfeição, acreditam, piamente, que precisam efetuar certos “ajustes” localizados. As mais abastadas logo partem para internações em spas de beleza ou pagam fortunas em cirurgias plásticas que nem sempre proporcionam o resultado esperado. Por outro lado, a parcela feminina da sociedade que detém uma quantidade inferior de recursos ou que, sabiamente, decidem não efetuar mudanças drásticas, acaba partindo para métodos considerados menos onerosos ao orçamento e supostamente, mais rápidos e seguro. Ledo engano. O que pode custar pouco ao bolso pode conceder um prejuízo incalculável ao corpo.

Principais características da minilipo

É uma cirurgia de pequeno porte. Entretanto, os especialistas alertam que continua sendo uma lipoaspiração, ou seja, os cuidados devem ser os mesmos. Embora a anestesia possa ser executada pelo próprio cirurgião plástico, este precisa deter pleno domínio das técnicas e das dosagens da anestesia a fim de que não incorra em erro.

O procedimento de anestesia ocorre por meio da introdução da chamada “solução de Klein”, uma injeção anestésica aplicada na região que será alvo da mini cirurgia. Trata-se, tecnicamente, da HLCU ( hidrolipoclasia ultra-sônica ).

Motivos para não realizar a minilipo

Um dos principais motivos de cirurgias como essa resultarem em complicações fora de controle é a negligência de determinados cirurgiões plásticos. Muitos deles insistem em realizar o procedimento em suas próprias clínicas de atendimento. O que, de fato, pode acontecer sem grandes problemas e de maneira totalmente legal. Contudo, para isso, os profissionais sérios do setor alertam que a clínica em questão necessita apresentar uma infraestrutura similar a de um hospital, essencialmente, no que tange ao pós-operatório. O problema é que, na ampla maioria dos casos, a mini lipo é realizada em clínicas que não possuem os pré-requisitos compreendidos por uma sala cirúrgica de um hospital.

Devido aos problemas decorrentes dessa cirurgia, a minilipo não é recomendada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Razão: no Brasil, infelizmente, existe um grande número de médicos que não estão habilitados para isso, mas que praticam cirurgias plásticas. Para piorar o quadro, de acordo com o CRM (Conselho Regional de Medicina), mais de 95% das falhas e equívocos decorrentes de lipoaspirações mal sucedidas são efetuadas por médicos incapacitados para conduzir essa especialidade.

Conclusão
Afirmadas como, totalmente, seguras por cirurgiões plásticos charlatães ou que não honram a profissão e muito menos respeitam o risco de morte – por menor que este seja – de seus pacientes, a minilipo se tornou uma espécie de movimento febril em território brasileiro. A ideia de que esse tipo de lipoaspiração não exige cuidados pós-cirúrgicos ecoa por vários cantos do país.

A demasiada quantidade de sessões exigidas para uma minilipo pode, além de ser extremamente desconfortável, ultrapassar o valor de uma lipoaspiração “completa”. Complicações graves como a retirada de gordura em excesso pode levar à morte. Todo o cuidado e perícia do profissional precisam estar alinhados, já que durante o processo uma determinada quantidade de sangue também é extraída do corpo. Logo, qualquer deslize pode trazer consequências gravíssimas.

Diante disso tudo, assim como a lipoaspiração, a minilipo deve ser encarada com certo ceticismo. Não em relação aos bons resultados que pode proporcionar, mas sim quanto à irresponsabilidade de muitos cirurgiões ou pseudo cirurgiões plásticos brasileiros. Assim, tenha em mente que ao decidir optar pela minilipo ou lipoaspiração completa é preciso se certificar de que o profissional é devidamente reconhecido como tal pela SBCP. No site da entidade é possível verificar uma lista detalhada de cirurgiões certificados pelo órgão. Em caso de dúvida, marque uma consulta e conheça as alternativas disponíveis. Sobretudo, pense, pondere os prós e contras e veja se, realmente, vale a pena correr o risco.

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Sobre Galdino

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