Estado emocional prejudica o emagrecimento 1


Veja como o estado emocional pode prejudicar a perda de peso. Quando seguir, rigidamente, uma nova dieta alimentar e realizar muitos exercícios físicos diariamente não surte efeito, o problema pode estar associado a fatores emocionais. Muitas pessoas têm imensa dificuldade em dosar o desejo pela comida em momentos de tristeza, frustração ou estresse. Estado emocionalMesmo que estejam sendo orientadas por um nutricionista e não driblem o cardápio preparado e desenvolvido especialmente para elas, alguns indivíduos não resistem a determinados momentos e podem, por algumas vezes, consumir itens muito calóricos. Geralmente, o primeiro reflexo é notar que o índice da balança não sai do mesmo lugar. E isso pode aumentar – frustração – ainda mais o desejo de comer alimentos incongruentes com o seu regime. E então, por mais que se realizem exercícios regularmente, essas pessoas tendem a estacionar seus pesos e medidas, pois as atividades físicas, no caso, servirão apenas para eliminar as calorias extras ingeridas no decorrer da semana.

Estado emocional é um termômetro do organismo

Os psicólogos são unânimes em afirmar que as alterações emocionais acarretam influências positivas ou negativas sob qualquer aspecto e em diversos ângulos de análise. Segundo os especialistas, o que ocorre é que experiências ruins ou o surgimento de um sentimento tétrico latente tende a fazer com que o corpo, inconscientemente, sugira o consumo de alimentos plenamente calóricos.
A busca por doces é natural do ser humano quando está se sentindo mal com alguma coisa, pois esse consumo leva o organismo a ampliar a sintetização e ampliação da concentração do hormônio chamado serotonina, responsável por proporcionar grandes sensações de prazer e bem-estar.

O corpo pode engordar mesmo sem o consumo de doces
Ainda de acordo com os especialistas, dependendo do estado emocional o organismo pode produzir excesso de gordura nos casos em que houver estresse acumulado. É a situação enfrentada por aquelas pessoas que nem sequer ingerem muitos alimentos calóricos e, apesar disso, convivem com constantes oscilações de peso. Isso é reflexo de um corpo no qual as suas funções estão totalmente desreguladas.
Outras emoções que podem contribuir para a elevação da massa corporal são a raiva, tristeza, culpa, medo, vergonha, ansiedade e até perfeccionismo. Conforme orientação dos psicólogos, qualquer uma dessas emoções ou outras que não foram listadas podem interferir no processo de emagrecimento e causar crises nervosas nas pessoas que tanto desejam perder peso. Essas são circunstâncias que levam os indivíduos a desenvolver quadros crônicos, pois sem obterem resultado, eles acabam entrando em um círculo vicioso e perigoso.

Para evitar que situações como essa aconteçam é necessário desenvolver um novo relacionamento com o ato de se alimentar. Comer deve ser sinônimo de necessidade, ou seja, somente quando a pessoa, realmente, apresentar sinais claros de que esteja com fome ou que precise suprir o organismo com determinados nutrientes. O ato de “comer por comer”, a famosa frase “vontade de comer” deve ser abandonado, ao menos em princípio. No início, o controle sobre si mesmo deve ser rigoroso.
Portanto, não se deve fiar em uma alimentação emocional. O estado emocional também manifesta sua fome, mas não deve ser suprida com comida e sim com arte, cultura, bons momentos com os amigos, convivência com outras pessoas, etc. É preciso não confundir as necessidades do espírito com as do corpo físico. Os alimentos sempre exercem influência, mas as dores da alma precisam de outros elementos. No começo pode-se estabelecer um período sem qualquer tipo de ingestão alimentar a fim de se fazer com que o organismo se manifeste e demonstre o que, de fato, é fome. Este exercício não precisa ser repetido pelo resto da vida, mas algumas pessoas precisam passar por isso para sentirem, indubitavelmente, como o seu corpo se comporta quando “pede” a ingestão de novos nutrientes.


Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida.

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Ps.
Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria.

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