Veja como controlar os efeitos negativos que o cortisol pode causar


Conheça a dieta dos hormônios, veja como controlar os efeitos negativos que o hormônio cortisol pode causar ao seu organismo.
Cortisol

A dieta em foco poderia se chamar, simplesmente, “dieta do hormônio”, já que se trata do detestado cortisol. É claro que esse hormônio possui uma função importante no organismo. Assim, em condições e níveis considerados normais, o cortisol se mostra fundamental em preparar o corpo para enfrentar situações que contenham algum grau de periculosidade. No entanto, devido a todo o estresse provocado pela cada vez mais dinâmica vida moderna, a substância acaba prejudicando o equilíbrio do organismo, já que interpreta qualquer situação como perigosa à integridade física. E então, dependendo do patamar de estresse pelo qual cada indivíduo passa diariamente, o cortisol inicia um processo de manutenção de calorias visando reservar quotas de energia, que supostamente serão usadas em breve. No fim, isso compromete a perda de peso de muitas pessoas, principalmente aquelas que detêm um metabolismo lento. Confira mais detalhes na sequência.

Cortisol em ação
O cortisol é sintetizado nas glândulas suprarrenais. Dali, ele é direcionado diretamente para a corrente sanguínea. Esse processo pode ocorrer diversas vezes ao dia, conforme o indivíduo aumenta ou eleva o seu nível de tensão emocional. Pode ser durante uma discussão, sobrecarga de funções no trabalho ou qualquer outra ocasião em que possa acarretar um excesso de nervosismo ou levar as pessoas à exaustão física e mental.
Em uma busca sôfrega por energia, o cortisol consegue fazer o carboidrato glicogênio se decompor e vir a ser um açúcar do sangue. Após isso, tem-se início um acúmulo de gordura na região da cintura. Como consequência imediata, a sensação de saciedade cai pela metade, sendo substituída pela fome. E o pior é que em circunstâncias que envolvam desequilíbrio emocional e ansiedade exagerada, a tendência é que se coma alimentos ricos em açúcar ou em gordura.
Outra consequência grave gerada pela atuação nefasta do cortisol é em relação à retenção de líquidos, o que leva ao inchaço na área onde está situado o abdome. Finalmente, em excesso, o cortisol anula, leva a quase zero a produção da serotonina, responsável por proporcionar sensações de bem-estar e prazer.
Muito cortisol também explica alguns comportamentos considerados meio que automáticos para algumas pessoas. Acordar durante à noite e sair da cama para comer é um bom exemplo. Neste caso, os especialistas explicam que a produção acelerada de cortisol tem início ao final do dia e começo da noite. Com isso, os níveis de serotonina caem de forma drástica, levando as pessoas a sentirem fome logo após algumas horas, exatamente na madrugada.

A solução propiciada pela dieta
Nem tudo está perdido. Procurando e ingerindo os alimentos certos, é possível chegar a um equilíbrio para que todas as substâncias produzidas pelo organismo sejam sintetizadas em quantidades suficientes, inclusive o cortisol.
A solução está em consumir alimentos ricos nos aminoácidos triptofano e fenilalanina. No segundo caso, a recomendação dos nutricionistas é para que se consuma feijão, arroz em sua versão integral, peixes, ovos, carne de frango e diversas frutas. Enquanto isso, ingerir nozes, iogurte desnatado, amêndoas, batata, soja, queijo branco, lentilha, arroz integral, grão-de-bico, banana, mel, legumes e abacate são ótimas alternativas para dotar o organismo de triptofano.
Além dos já citados, existe um terceiro aminoácido presente nesses alimentos: o hidroxitriptofano. Este age diretamente sobre o sistema nervoso central. Unidos, os três aminoácidos ajudam o organismo a se acalmar e a ficar mais tranquilo. Consequentemente, os índices de estresse diminuem e o cortisol retorna à sua produção habitual. Essa é a maneira “correta” de se trazer serenidade ao corpo em detrimento dos alimentos que contêm elevadas concentrações de açúcar.
Depois de estabilizada a quantidade de cortisol, finalmente o processo de emagrecimento pode começar a mostrar resultados satisfatórios. Do contrário, a disputa com o hormônio se torna infrutífera, pois o corpo sempre “pedirá” mais carboidrato.


Sobre Galdino

Paixão por saúde e qualidade de vida. Desde 2013 buscando informações sobre a melhor maneira de se viver com mais saúde e melhor qualidade de vida. Mantenho alguns blogs com o objetivo principal de passar adiante as informações e o conhecimento que tenho adquirido ao longo desse tempo. Durante esses anos tenho "corrido" atrás de conteúdos relevantes que, de alguma forma possa me ajudar e ajudar outras pessoas a viver com mais qualidade de vida. Ps. Tenho 47 anos, sou goiano, evangélico, solteiro e tenho um filho de 13 anos, motivo do meu orgulho e alegria. Sou apaixonado séries e filmes de ação e adoraria aprender tudo sobre fotografia.

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